LUIGI PAREYSON TEORIA DA FORMATIVIDADE PDF

Akirg Be alerted of all new items appearing on this page. Pareyspn how you want to monitor it: The author contextualizes the Problem of Evil in Open Theism system, listing its main theses, primarily the logicof- ,uigi and free-will-defense connected to Trinitarian speculation. Restrictions pro authors only formativifade only open access only published only filter by language Configure languages here. The common thread of these essays is that problematic but indissoluble knot that tells us something deeply human: Recalling other schools of thought Pareyson: This paper is a review of R. Smith views it as a fundamentally authoritarian moment in early child development.

Author:Vule Zujar
Country:Australia
Language:English (Spanish)
Genre:Personal Growth
Published (Last):22 April 2006
Pages:407
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ISBN:923-5-86803-833-2
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Esttica, o que? A esttica parece encontrar-se em uma daquelas regies perifricas da filosofia ou limtrofes a ela, em que no se sabe muito bem onde comea ou termina o discurso filosfico, e onde se pergunta se mais que o filsofo no tm o direito a falar os tcnicos e peritos em arte, neste caso os criadores e contempladores e juzes da beleza e da arte.

Esta maneira de situar a esttica sem dvida interessante e sugestiva, para no dizer privilegiada, pois o pensamento filofico a aparece s voltas com questes concretas e bem determiadas, de modo a revelar tambm ao profano sua utilidade e ficcia. Os problemas vo sendo aos poucos apresentados a partir a inexaurvel experincia da produo e contemplao do belo, e reflexo filosfica, depois de t-los focalizado, os resolve deles. Tampouco se deve recear que isso provoe a perda da unidade e sistematicidade do pensamento osfico, ou o faa cair no nvel de questes menores e secund.

A esttica mostra clar a mente, precisamente, que os dois caminh os no podem se parar-se um do outro, pois em filosofi a a exper in cia ao mesmo tempo objeto de reflexo e verificao do pe nsam ent o; e o pensam ento ao mesmo tempo resultado e nor ma da interpretao da experincia.

Mas es ta maneira de situar a es ttica, se no for delineada com clareza e vigo rosamente subtrada a toda ambigidade, pode dar margem a perigosos equvocos. Mas essa legtima reao contra a filosofia como abstrao vazia degener a muita s vezes em desconfiana qua n t o especulao pura, e o justo a pelo ao contacto vivificante com a experi ncia assume muita s vezes o aspecto de um abandono ao mais cru empirismo. Sob o pret exto da concretitude e da exper in cia , d-se a palavra aos crticos e aos artistas, tirando-a ao filsofo.

O fato de ser artist a ou crtico passa a ser o nico ttulo par a intervir em questes de est tica. A esttica acaba perdendo ua natur eza filos fica e, por is so me sm o, perde tambm os seus imites e sua aut onomia , identificando-se com o prprio exe rccio da cr tica , ou com as poticas, ou sej a, com os diversos programas a arte ou, pior, correndo o perigo de se tornar, como tantas vezes acon t ece, palco de divagaes inconcludentes ou diletantistas.

De fato, no se pode corrigir o va zio verbalismo invertendo-o em puro empirismo: r eservar a esttica aos artistas e aos crticos enquanto t ais um err o simtrico ao de permitir ao fils ofo const r uir uma es ttica in dependentemente da experincia artsca, deduzindo-a de uma filosofia pressuposta.

Deve ele recorrer experincia esttica , e os testem uh os mais diretos de ssa experincia lh e advm - no s dos cont empla dor es e amantes do belo natural ou int elect u al - mas pr ecisam ente dos artistas e dos crticos, cujas declaraes lh e so o apenas muito teis, mas at diria indis pen sveis e essenciais, isto que o filso fo n o consegue discorrer sobre a arte a no ser prolongando em um plano especulativo o discurso do artista e do c tico.

Todavia, isso no quer dizer menoscabo do artista ou do crtico, ocupados na grandiosa tarefa de fazer ejulgar a arte: ficar-se-ia sempre no campo das observaes, concretas e talvez at muito agudas, mas desligadas e rapsdicas, sem levar em conta a universalidade e a sistematicidade, muito teis ao filsofo, mas necessitadas de aprofundamento, de melhor focalizao, de verificao, de elaborao especulativa e sistemtica.

Urge pois reconhecer que a esttica filosofia, e somente sob a condio de ser filosofia justifica a prpria pesquisa e mantm sua autonomia. Mas importa ao mesmo tempo reconhecer que isto no quer dizer de modo algum que ela deva se perder nas nuvens da estril abstrao e renunciar a freqentao da experincia. E, o mais importante, esses dois traos caractersticos so indivisveis e, uma vez que tenham sido artificialmente separados, degeneram e perdem a sua natureza.

A esttica se constitui por este duplo apelo ao carter especulativo da reflexo filosfica e ao seu vital contacto com a experincia. No esttica uma reflexo que, no alimentada pela experincia da arte e do belo, se reduza a mero jogo de palavras, nem aquela experincia de arte ou de beleza que, no elaborada num plano especulativo, se limita a uma simples descrio. A esttica se situa portanto no ponto de conjuno de filosofia e experincia evitando cuidadosamente toda confuso e toda ilegtima intromisso.

S a partir desse explcito esclarecimento que sua posio se torna um frtil ponto de encontro, em que de. E esta justamente como tal deve estar em contacto com a arte, isto , abeberar-se naquele fecundo ponto em que a filosofia e a experincia, precisa- o "m ent e porque se acham indissoluvelmente ligadas, tambm se mantm nitidamente distint as e inconfu n dveis.

O problema da especificao da arte. Dizer que a esttica reflexo filosfica sobre a exper incia est t ica no quer dizer cair em um crculo vicioso, pois a est t ica part e da experincia integral " e esta, se devidamente question a da , h de mostrar, ela mesma, e destacar no seu imenso mbit o os aspectos ou as regies que tm um carter esttico ou artst ico.

De resto, a arte, como qualquer outra atividade, jamais chega r ia a se definir como operao especfica se toda a vida espirit u al no a con tivesse e preparasse de certo modo, se toda a experin cia no ti vesse j ela mesma um carter de esteticidade e ar t ist icida de.

Com o operao prpria dos artistas a arte no pode re sult a r seno da nfas e in t en cion al e programtica sobre uma atividade que se acha presente em toda a experincia humana e a com pa n h a , ou melhor, constitui toda manifestao da atividade do homem. Essa atividade, que de modo genrico inerente a toda a experincia e , se oportunam en t e especificada, con stitui aquilo que propriamente denominam os arte, a "for mativi da de", um certo modo de "fazer" que, en qu an t o faz, vai inventando o "modo" de fazer: produo que , ao mesmo tempo e in dissol uvelm en t e, inveno.

Todos os aspectos da operatividade humana, desde os mais simples aos mais articula dos, tm um car t er ,. As ativi da des h u m a n as no podem ser exercidas a no ser concret iza ndo-se em operaes, i.

Mas s fazendo-se forma que a obra chega a ser tal, em sua indivdua e irrepetvel realidade, enfim separada de seu autor e vivendo vida prpria, concluda na indivisvel unidade de sua coerncia, aberta ao reconhecimento de seu valor e ca pa z de exigi-lo e obt-lo. Nenhuma atividade operar se no for t a mbm formar , e no h obra ac aba da que no seja forma. Toda operao implica antes de mais nada um "fazer".

No se opera a no ser executando, produzindo e realizando. H operaes em que esse aspecto executivo e realizativo evidente; d na vista, por assim dizer. Por ex. Menos 20 evidente, mas nem por isso menos eficaz, em outras operaes, como por ex. Tambm o exerccio do pensamento e a atividade moral exigem um "fazer", sem o que no se concretizariam em atos prticos ou de pensamento. No se pode pensar a no ser efetuando movimentos de pensamento com que se passa de juzo a juzo e de raciocnio a raciocnio, sempre ligando e sistematizando, i.

E a vida prtica se desenrola atravs de movimentos que definem e delineiam, ou melhor, representam ideais, fins, tarefas, intenes, e atravs de movimentos que executam e realizam atos, hbitos, caracteres. De sorte que tanto o pensamento como a vida moral exigem o exerccio daquela atividade realizadora e produtiva sem a qual nenhuma obra possvel.

Seja qual for a atividade que se pense em exercer, sempre se trata de colocar problemas, constituindo-os originalmente dos dados informes da experincia, e de encontrar, de scobrir, ou melhor, inventar as solues desses problemas.

Sempr e se trata de concluir e levar a cabo operaes, ou seja, de produzir , realizando, efetivando, executando e de concluir o movimen t o de inveno em uma obra que se esboa e se constri com base n uma lei interna de organizao.

Sempre se trata de fazer, inventa n do ao mesmo tempo o modo de fazer, de sorte que a execu o seja a aplicao da regra individual da obra no prprio ato qu e a su a descoberta, e a obra "saia bem feita" enquanto, n o faz -la, se encontrou o modo como se deve fazer.

Em suma, o operar, seja qual for a ativida de que nele se especifica, sempre implica aquele processo de produo e in ven o em que consist e o formar, e todas as obras, enqua n t o bem feitas , so for m a s, dot a da s de independncia e exemplarida de.

Carter esttico de toda a experincia. Que a a rte propriament e dita deva su rgir dessa genrica e comum form atividade o que se v cla r amente sobr et u do pelo fato de ser j ust a m en t e com ba se nesta ltima que se pode dizer que h um aspecto ineliminavelm en t e "a rtstico" em to da a vida es pi ritual. Justamente por qu e em toda a operosidade humana est presente um lado inven t ivo e in ova dor como condio primeira de toda realizao, precisa m en t e por isso pode haver arte em toda atividade humana, ou melhor, existe a arte de toda atividade humana.

Precisa-se de arte para fazer qualquer coisa: sempre que se trate de "fazer com 21 arte", isto , de alimentar com a inveno e levar a bom termo todo "fazer" que est presente na operao dada.

Em suma, desde as tcnicas mais humildes at s m aiores invenes, sempre h o exerccio da formatividade e, portanto, exigncias de arte. Assim como a realizao de qu alqu er valor im possvel sem a realizao de um valor artstico, assim tambm a. Quando se diz, por exemplo, que um ato moral,. De uma ao que tenha claro valor mo r al se diz muitas vezes tratar-se de u m a bela ao, e falando de almas boas se costuma dizer que so adornadas de virtudes , e de uma pessoa disposta ben evoln cia , cordialidade e jovi alidade, se diz que tem um belo carter.

E muitas ve zes se fala tambm de um belo raciocnio, de uma dem onstra o si ngula rmente bem feita, conduzida com uma linearida de de desenvolvimento e uma riqueza de a rgum ent ao qu e conciliam em sbio equilbrio a simplicidade e a completude, diz-se que tem aprecivel elegncia, e numa obra de pensam ent o se pode admirar a harmonia da construo em que circula, com sagaz ductilidade, o pensamento, penetrando e desentranha n do o argumento e ao mesmo tempo abrangendo t u do com firm e e in divisvel coeso.

Nesses casos se d certament e uma aval ia o esttica, e com razo se usa tal linguagem, porque se trata de obra s bem feitas , e a obra, seja qual for a ativida de que nela se en cer re, no pode sair bem feita a no ser faze n do-se forma, definida e coerente, porque nenhuma atividade, sej a ela mor al ou especulativa, pode concretizar-se em obras a no se r exercendo aquele processo de inveno e produo em que consiste o formar.

Ora, o carter da forma justamente a contemplabilidade, ou seja, a beleza, de tal sorte que o prprio processo de interpretao com que se chega a um juzo moral ou especulativo acerca de uma obra prtica ou de pensamento termina topando com o carter de forma que ela necessariamente possui, e portanto acaba em um juzo esttico.

Se no h obra que , embora no explicitamente artstica, no seja forma , o prprio ato com que se aprecia e avalia como obra faz com que ela seja avaliada e apreciada como forma: a avaliao 22 esttica coincide com a apreciao especfica sem porm identificar-se com ela. Considerar o valor prtico e especulativo de uma obra moral ou de pensamento significa tambm considerar o valor esttico, porque significa reconhecer que s com um esforo de inveno e produo foi possvel chegar a realizar a obra, i.

Eis por que, justamente enquanto se capta o singular valor moral ou especulativo realizado por tais obras, m uitas vezes se fica parado contemplativamente diante delas: o valor teortico ou prtico dessas obras no se me revela a no ser que eu veja, ao mesmo tempo, o seu valor esttico.

V-las como obras significa tambm v-las como formas e, portanto, contemplar sua beleza e gozar com tal contemplao. Eis um caso em que o belo coincide cada vez com o bem e com o verdadeiro sem porm anular-se com isso, e em que o bem e o verdadeiro se manifestam como beleza sem porm com isso reduzir-se a ela. No existe confuso de valores, e pode-se falar de beleza do bem e do verdadeiro, ou, melhor, de bondade e verdade como beleza, i.

E isso no obriga a afirmar que todo o es p rit o seja si m plesmente arte, como tambm impe que a arte pr opriamente dita tenha gara n t ida a possibilidade de no se con fun dir com a s ou t r as ativid a des e instituir-se como operao aut noma e especfica. E o princp io de ss a a u t on om ia e especifica o deve se r procurado e defini do cuidadosa m ent e , com a con scin cia de que justamente porque a arte no poderia nunca surgir se toda a vida espiritual j no a preparasse com sua com u m formatividade, justamente por isso a arte deve ser procurada em uma esfera em que essa formatividade possa adquirir um car t er determinado e distinto, com uma especificao pr pr ia e uma insuprimvel aut onom ia.

Especificao e concentrao das atividades humanas em toda operao. O problema da autonomia e especificao da arte no pode ser enfrentado sem aludir-se, ao menos sumariamente, ao maior e mais complexo problema da unidade e distino das atividades humanas.

Se a arte se determina especificando a formatividade comum a toda a vida espiritual, existe a um princpio de distino entre as atividades, pelo qual ela uma a ividade distinta, e sua operao no a da cincia nem da filosofia ou da moral. Se a formatividade, cuja especificao d 23 lugar arte, inerente a toda a vida espiritual, existe um princpio de unidade entre as atividades, e graas a este toda operao, seja qual for a atividade que a se especifica,envolve todavia o exerccio de todas as outras.

Se no possvel exercer as atividades humanas a no ser mediante operaes, estas operaes por sua vez no podem ser definidas a no ser com um ato que ao mesmo tempo liga e desliga as atividades.

Toda operao human a sempre ou especulativa ou prtica ou formativa mas, sej a qual for a sua especificao, sempre ao mesmo tempo tanto pensamento com o moralidade e formatividade. Uma operao n o se determin a a no ser especificando uma atividade entre as ou tr as, m as no pode faz-lo a no ser concentrando em si todas as outras simultaneam ente. Em toda operao existe, ao mesmo te m po, especificao de um a atividade e concentrao de todas as ativida des: esta a estrutur a do operar, em que especificao e concen t r a o das atividades vo pari passu,de tal sorte que uma no pode andar sem a outra, A especificao das ativida des no implica de modo algum uma originria "distino" entre elas, nem sua concentrao se limita a ser uma "com-presena" na vida espiritual.

A especificao consiste no acentuar u ma atividade a ponto de torn-la predominante sobre as outras e intencional em uma opera o. As atividades remanescentes se subordinam quela que desse modo se especificou e conspiram em sua inteno. Mas mesm o que assim renunciem a concretizar-se em uma operao especfica , nem por isso deixam de agir segundo a prpria natureza. Ao contrrio, embora subordinadas , so constitutivas da ativida de especificada, e esta, por sua vez , justa men t e enquanto ope r a o especfica, no pode prescindir de sua cont r ibuio.

Nenhu m a das atividades humanas consegue especificar-se em uma oper a o seIJ1 a conspirao, a contribuio, o apoio e o controle de to das a s outras, cada uma das quais , no mesmo at o de subordinar- se a ela , continua todavia agindo em seu carter prprio: no se pode pensar sem ao mesmo tempo agir e formar , nem agir sem ao mesmo tempo pensar e formar, nem formar se m ao mesmo tempo pensar e agir.

Conforme a posio que assumem dentro de uma determinada operao, as atividades humanas se fazem portanto, a cada vez, especficas ou comuns, predomina nte s ou subordinadas, intencionais ou constitutivas. Por outro 24 lado, se o exerccio de uma atividade exige que ela se especifique em uma operao, isto no possvel sem um ato da pessoa que imprime ativamente a toda a sua espiritualidade prpria uma direo especificante, vendo nisso uma tarefa a cumprir.

S uma filosofia da pessoa tem condies para resolver o problema da unidade e distino das atividades, por explicar, com base na indivisibilidade e na iniciativa da pessoa, como que toda operao exige sempre simultaneamente a especificao de uma atividade e a concentrao de todas as outras. Se o operar fosse do esprito absoluto, no haveria motivo para distino entre as atividades, e todas se reduziriam a uma.

A arte como formatividade pura, especfica e intencional. Toda operao humana sempre formativa, e at mesmo uma obra de pensamento e uma. Um ato virtuoso deve ser inventado como algo igido pela lei moral em uma determinada circunstncia, e deve executado e realizado com um movimento que ao mesmo po invente o melhor modo para efetiv-lo.

Tanto o pensamento como a ao, o, exigem fora produtiva e capacidade inventiva, pois as a es especulativas e prticas so constitudas por uma ati,.. Se toda operao sempre formativa , no sentido de no poder ser ela mesma sem o formar, e no se pode pe n sar ou agir a no ser formando, j a operao artstica for m ao, no sentido de se.

A operao artstica um processo de inven o e produo, exercido no para realizar obr as especulativa s ou prticas ou sejam l quais forem, mas s por si mesmo: formar por formar,.

Certamente, essa "intencion alida de" n ada tem a ver com a vontade prtica, pois no bast a querer faz er arte par a efetivamente faz-la, nem se pode propria m ent e dizer que par a poder fazer arte seja necessrio querer faz-la. Naturalmente, com o se trata de um ato de iniciativa da pessoa , tambm o quer er se acha aqui envolvido. Mas um ato profun do e total, que tem ressonncias no s no campo moral, mas em toda a vida espiritual h uma n a.

Interveno das outras atividades na operao artstica: pensamento e moralidade na arte. Mas o ato com o qual na operao artstica a formatividade se especificou im plica que nela intervenham tambm todas as outras atividades.

Tal como nas obras especulativas e prticas se precisa de formas para pensar e agir, e necessrio que haja formas para poder pensar e agir, assim tambm o artista no s pensa e age unicamente para formar, mas para poder realizar uma forma obrigado a pensar e agir. O formar, tal como exigido pelo pensar e pelo agir, no consegue assim se formar puro a no ser que seja sustentado, ou melhor, constitudo pelo pensamento e pela moralidade que, apesar de subordinados aos fins da formao, no deixam todavia de 26 agir em seu carter prprio.

Em suma, a operao artstica, ju st a m en t e, por ser o que , pura formatividade , ex ige tanto o pensamento como a moralidade, e os abrange como constitutivos prprios, sem os quais no poderia existir, e os inclui como puro pensamento e pura moralidade, no como resolvidos na mesma formao em ato, o que seria como que dissolv-los, e com isso seriam ir r econ h ecveis em sua funo prpria.

A arte constituda pelo pensamento porque a pura formatividade s consegue efetivar a prpria especfica operao quando mantida e controlada pelo vigilante exerccio do pensamento crtico. Sem a interveno do pensamento, a produo da obra de arte nem mesmo seria possvel porque, se ver dade que o que norteia o processo de produo n o pode ser, n a a r t e , seno a inteno formativa e, portanto, o nico critrio de juzo a prpria obra a fazer , todavia aquilo que d coeso e confront a as diversas tentativas, que julga acerca dos resultados separando o sucesso do fracasso; que pe prova as possibilidades que se vo escolhendo e as verifica comensurando-as com a inteno formativa, que predispe o efeito em conformidade com as exigncias da obra que , a cada momento, compara o j feito com o que ainda resta a fazer e o que se deve ainda fazer com oj feito , que avalia onde preciso cancelar e como corrigir e o que se deve substituir, sempre o pensamento, e o pensamento em sua funo mais ldima e genuna, que o juzo crtico.

Ningum jamais pensou em contestar o exerccio dessa crtica interna formao da obra de arte, to clara se mostra segundo o testemunho de todos os artistas. Antes , j se pensou em poder reduzi-la prpria figurao em ato, como se se tratasse das inflexes que a figurao assume no prprio exerccio independente do pensamento. Mas, olhando bem as coisas, trata-se de juzo crtico e, por conseguinte, de pensamento na mais legtima acepo do termo, que justamente como pensamento exercitado dentro da figurao possibilitando-a em sua autonomia.

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